Rodolpho Riskalla com Don Henrico participam da primeira competição de 2021 em Doha. Foto: in2strides

Rodolpho Riskalla com Don Henrico participam da primeira competição de 2021 em Doha. Foto: in2strides

O cavaleiro brasileiro Rodolpho Riskalla retornou nesta quinta-feira, 25, com força total ao picadeiro no Concurso Internacional CPEDI3 Shaqab, em Doha, no Catar. Rodolpho montou Don Henrico, experiente hannoverano de 18 anos, e venceu a prova Grau IV com expressivos 76,468% de aproveitamento. Em segundo lugar, chegou a top holandesa Lotte Krijnsen, montando Rosenstolz, com 72,542%.

“Fiquei supercontente com minha prova. O Don Henrico está muito bem e conseguir competir – meio a essa situação da Covid-19 em que muitas provas são canceladas – é muito importante na preparação para os Jogos Paralímpicos. Agora temos mais dois dias de prova e tenho que continuar indo bem”, destacou Rodolpho.

E não é de hoje que Rodolpho – forte candidato a medalha em Tóquio – vence no fantástico estádio Al Shaqab, em Doha. Tanto em 2019 e 2020, o cavaleiro faturou a 1ª colocação nas três provas que disputou.

Rodolpho, hoje com 37 anos, pratica adestramento desde a infância e aderiu ao adestramento paraequestre no início de 2016 seis meses após a perda da parte inferior das duas pernas, a mão direita e dedo da mão esquerda em decorrência de uma meningite. Menos de um ano depois defendeu o país nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 e, em 2018, foi o melhor brasileiro nos Jogos Equestres Mundiais 2018 nos EUA com duas medalhas de prata no adestramento paraquestre.

O cavaleiro reside na França há cerca de 10 anos e recém mudou para Alemanha, onde conta com três cavalos a sua disposição. Além do adestramento paraquestre, Rodolpho também compete com sucesso em provas de adestramento convencional. Don Henrico, sua montaria na competição esse final de semana em Doha, é de propriedade da ex-amazona olímpica alemã Ann Katrin Lisenhof.

No Adestramento Paraquestre, as disputas são divididas em cinco graus – I,II,III,IV e V – grau de dificuldade crescente de acordo com a classificação funcional do atleta.

*Com informações da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH)

FONTE: Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

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